segunda-feira, 16 de março de 2009

Comércio Eletrônico e Segurança na Internet

Segurança na Internet: a Percepção dos Usuários como Fator de Restrição ao Comércio Eletrônico no Brasil

Autores: Adrian Kemmer Cernev e Jaci Corrêa Leite

O comércio eletrônico é uma realidade brasileira há alguns anos. Todavia, esta modalidade de negócio eletrônico ainda não atingiu o seu pleno potencial, especialmente nas negociações orientadas para o consumidor. Vários fatores são apontados como possíveis restrições ao seu crescimento, mas nenhum deles é tão destacado e controvertido quanto a pouca segurança percebida pelos usuários com relação à Internet, especialmente nas transações eletrônicas.

Este artigo aborda a questão da segurança do ponto de vista dos usuários de Internet, uma vez que a percepção de segurança dos internautas determina a sua confiança, e a sua confiança possivelmente influencia a sua decisão de compra, bem como a abrangência das compras eletrônicas realizadas através da Internet. A segurança, vista freqüentemente como a grande vilã no mundo digital, tanto pelas empresas quanto pelos usuários, passa a ser entendida alternativamente como um dos próprios fundamentos do comércio eletrônico e, conseqüentemente, pode ser uma imensa oportunidade e vantagem competitiva para aqueles empreendimentos eletrônicos que estiverem atentos e adequados a esta questão.



Fonte:
http://www.adrian.cernev.com.br/arquivos/Seguran%C3%A7a%20na%20Internet.pdf

Comércio Eletrônico na Hotelaria

UMA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA O COMÉRCIO ELETRÔNICO NA HOTELARIA: um estudo de múltiplos casos nos hotéis de Natal-RN

Autor1: Luiz Augusto Machado Mendes Filho

Autor2: Anatália Saraiva Martins Ramos

Resumo

A Internet está proporcionando cada vez mais uma expansão nos serviços hoteleiros. Desta forma, os hotéis estarão mais bem preparados para enfrentar o futuro, como também,irão oferecer serviços de qualidade e atingir seu objetivo principal que é a obtenção de lucros através da web. O presente trabalho consistiu de pesquisa de campo realizada em três hotéis da cidade do Natal - RN, onde o principal objetivo foi realizar uma avaliação do estágio em que se encontra o comércio eletrônico na hotelaria, além de verificar de que maneira os hotéis estão utilizando os serviços propiciados pela World Wide Web. Ao final, conclui-se que os hotéis de Natal estão evoluindo, mas ainda não estão utilizando o potencial que a Internet pode oferecer para gerar vantagem competitiva perante os outros hotéis da cidade.

fonte: http://www.revistafarn.inf.br/revistafarn/index.php/revistafarn/article/view/17/20

Comércio Eletrônico no Setor Bancário

Comentários:

O artigo, escrito em 1997, mostra que, à época, os bancos estavam na vanguarda em relação ao uso do comércio eletrônico e é interessante notar o reflexo nos tempos atuais, sendo os bancos um dos maiores beneficiados do uso do comércio eletrônico e os maiores incentivadores do seu uso. Outra questão que é reflexo da força com que os bancos adotaram o comércio eletrônico, está relacionado diretamente à questão da segurança uma vez que existem pesquisas que indicam que os usuários confiam mais nos bancos do que em lojas virtuais.



COMÉRCIO ELETRÔNICO - Um Estudo no Setor Bancário

Autor: Alberto Luiz Albertin

Resumo

O ambiente empresarial, tanto em nível mundial como nacional, tem passado por profundas mudanças nos últimos anos, as quais têm sido consideradas diretamente relacionadas com a TI. Esta relação engloba desde o surgimento de novas tecnologias, ou novas aplicações, para atender as necessidade do novo ambiente, até o aparecimento de novas oportunidade empresariais criadas pelas novas tecnologias ou novas formas de sua aplicação. Neste novo ambiente, o comércio eletrônico, com suas aplicações inovadoras e revolucionárias, é tido como uma das tendências emergentes com maior poder potencial de inovação nos processos de negócio nos vários setores econômicos. No caso do setor bancário, as aplicações de comércio eletrônico ganham uma dimensão significativa, devido às suas características e as dos seus produtos e clientes.

Este trabalho tem por objetivo apresentar um novo modelo integrado de comércio eletrônico e os principais resultados da pesquisa realizada no setor bancário, enfatizando as tendências desta aplicação de tecnologia de informação e o relacionamento com algumas das principais características do ambiente empresarial atual.


Fonte: http://www.anpad.org.br/enanpad/1998/dwn/enanpad1998-ai-03.pdf

quarta-feira, 4 de março de 2009

Web 2.0

A web 2.0 pode ser entendida como uma evolução natural da web tradicional, no caso uma das características que podemos pontuar é sobre seu aspecto colaborativo - uma vez que os próprios internautas, sem precisarem se valer de conhecimentos complexos, conseguem, através de uma maneira simples e intuitiva, contribuir com o conteúdo - ou seja, há uma quebra de paradigma entre o velho formato do "eu programo e você acessa" e o admirável mundo novo do "agora eu crio o conteúdo sem precisar saber programar", ou seja, agora existe uma independência, um "laissez faire, laissez passer" - deixai fazer, deixai passar, no melhor estilo de mercado livre so séc XVIII - e o que é a internet senão um imenso mercado livre virtual - a ordem é ter liberdade não só para acessar, mas muito mais, para interagir! integrar! opinar! contribuir com o conteúdo! isso tudo possibilitado pelos avanços tecnológicos.