segunda-feira, 16 de março de 2009

E-Commerce and Trust Measures

Developing and Validating Trust Measures for e-Commerce: An Integrative Typology

Autors: D.Harrison McKnight, Vivek Choudhury and Charles Kacmar

Evidence suggests that consumers often hesitate to transact with Web-based vendors because of uncertainty about vendor behavior or the perceived risk of having personal information stolen by hackers. Trust plays a central role in helping consumers overcome perceptions of risk and insecurity. Trust makes consumers comfortable sharing personal information, making purchases, and acting on Web vendor advice—behaviors essential to widespread adoption of e-commerce. Therefore, trust is critical to both researchers and practitioners. Prior research on e-commerce trust has used diverse, incomplete, and inconsistent definitions of trust, making it difficult to compare results across studies. This paper contributes by proposing and validating measures for a multidisciplinary, multidimensional model of trust in e-commerce. The model includes four high-level constructs—disposition to trust, institution-based trust, trusting beliefs, and trusting intentions—which are further delineated into 16 measurable, literature-grounded subconstructs. The psychometric properties of the measures are demonstrated through use of a hypothetical, legal advice Web site. The results show that trust is indeed a multidimensional concept. Proposed relationships among the trust constructs are tested (for internal nomological validity), as are relationships between the trust constructs and three other e-commerce constructs (for external nomological validity)—Web experience, personal innovativeness, and Web site quality. Suggestions for future research as well as implications for practice are discussed.(Trust; Trusting Beliefs; Trusting Intentions; Institution-Based Trust; Disposition to Trust; e- Commerce; Measure; Site Quality; Disposition; Nomological Network; Web Vendor)


Fonte: http://www.bus.iastate.edu/mennecke/434/S05/TrustScaleISR.pdf

E-Commerce and Business Models

Business Models for Internet based E-Commerce:An Anatomy

Autor: B Mahadevan

Abstract

The success of Internet based businesses in the Business to Customer segment in recent years is an indication of the events to unfold at the dawn of the new millennium. It is widely projected that the Business to Business segment is poised for a spectacular growth. However, a consistent definition and a framework for a business model for the Internet based business is still non-existent. This paper is an effort to fill in this gap.

We propose a three dimensional framework for defining a business model and apply it to the emerging market structure. Furthermore, we also identify certain factors that would guide organizations in their choice of an appropriate business model. We also identify possibilities for further theory building in this area.


Fonte: http://www.iimb.ernet.in/~mahadev/bmodel.pdf

E-Commerce and Algorithms

A Comparative Study of Recommendation Algorithms in E- Commerce Applications

Autors: Zan Huang ,Daniel Zeng and Hsinchun Chen

Abstract

We evaluate a wide range of recommendation algorithms on e-commerce-related datasets. These algorithms include the popular user-based and item-based correlation/similarity algorithms as well as methods designed to work with sparse transactional data. Data sparsity poses a significant challenge to recommendation approaches when applied in e- commerce applications. We experimented with approaches such as dimensionality reduction, generative models, and spreading activation, which are designed to meet this challenge. In addition, we report a new recommendation algorithm based on link analysis. Initial experimental results indicate that the link analysis-based algorithm achieves the best overall performance across several e-commerce datasets.

Fonte: http://ai.eller.arizona.edu/go/intranet/papers/comparative.ieeeis.pdf

Comércio Eletrônico e Segurança na Internet

Segurança na Internet: a Percepção dos Usuários como Fator de Restrição ao Comércio Eletrônico no Brasil

Autores: Adrian Kemmer Cernev e Jaci Corrêa Leite

O comércio eletrônico é uma realidade brasileira há alguns anos. Todavia, esta modalidade de negócio eletrônico ainda não atingiu o seu pleno potencial, especialmente nas negociações orientadas para o consumidor. Vários fatores são apontados como possíveis restrições ao seu crescimento, mas nenhum deles é tão destacado e controvertido quanto a pouca segurança percebida pelos usuários com relação à Internet, especialmente nas transações eletrônicas.

Este artigo aborda a questão da segurança do ponto de vista dos usuários de Internet, uma vez que a percepção de segurança dos internautas determina a sua confiança, e a sua confiança possivelmente influencia a sua decisão de compra, bem como a abrangência das compras eletrônicas realizadas através da Internet. A segurança, vista freqüentemente como a grande vilã no mundo digital, tanto pelas empresas quanto pelos usuários, passa a ser entendida alternativamente como um dos próprios fundamentos do comércio eletrônico e, conseqüentemente, pode ser uma imensa oportunidade e vantagem competitiva para aqueles empreendimentos eletrônicos que estiverem atentos e adequados a esta questão.



Fonte:
http://www.adrian.cernev.com.br/arquivos/Seguran%C3%A7a%20na%20Internet.pdf

Comércio Eletrônico na Hotelaria

UMA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA O COMÉRCIO ELETRÔNICO NA HOTELARIA: um estudo de múltiplos casos nos hotéis de Natal-RN

Autor1: Luiz Augusto Machado Mendes Filho

Autor2: Anatália Saraiva Martins Ramos

Resumo

A Internet está proporcionando cada vez mais uma expansão nos serviços hoteleiros. Desta forma, os hotéis estarão mais bem preparados para enfrentar o futuro, como também,irão oferecer serviços de qualidade e atingir seu objetivo principal que é a obtenção de lucros através da web. O presente trabalho consistiu de pesquisa de campo realizada em três hotéis da cidade do Natal - RN, onde o principal objetivo foi realizar uma avaliação do estágio em que se encontra o comércio eletrônico na hotelaria, além de verificar de que maneira os hotéis estão utilizando os serviços propiciados pela World Wide Web. Ao final, conclui-se que os hotéis de Natal estão evoluindo, mas ainda não estão utilizando o potencial que a Internet pode oferecer para gerar vantagem competitiva perante os outros hotéis da cidade.

fonte: http://www.revistafarn.inf.br/revistafarn/index.php/revistafarn/article/view/17/20

Comércio Eletrônico no Setor Bancário

Comentários:

O artigo, escrito em 1997, mostra que, à época, os bancos estavam na vanguarda em relação ao uso do comércio eletrônico e é interessante notar o reflexo nos tempos atuais, sendo os bancos um dos maiores beneficiados do uso do comércio eletrônico e os maiores incentivadores do seu uso. Outra questão que é reflexo da força com que os bancos adotaram o comércio eletrônico, está relacionado diretamente à questão da segurança uma vez que existem pesquisas que indicam que os usuários confiam mais nos bancos do que em lojas virtuais.



COMÉRCIO ELETRÔNICO - Um Estudo no Setor Bancário

Autor: Alberto Luiz Albertin

Resumo

O ambiente empresarial, tanto em nível mundial como nacional, tem passado por profundas mudanças nos últimos anos, as quais têm sido consideradas diretamente relacionadas com a TI. Esta relação engloba desde o surgimento de novas tecnologias, ou novas aplicações, para atender as necessidade do novo ambiente, até o aparecimento de novas oportunidade empresariais criadas pelas novas tecnologias ou novas formas de sua aplicação. Neste novo ambiente, o comércio eletrônico, com suas aplicações inovadoras e revolucionárias, é tido como uma das tendências emergentes com maior poder potencial de inovação nos processos de negócio nos vários setores econômicos. No caso do setor bancário, as aplicações de comércio eletrônico ganham uma dimensão significativa, devido às suas características e as dos seus produtos e clientes.

Este trabalho tem por objetivo apresentar um novo modelo integrado de comércio eletrônico e os principais resultados da pesquisa realizada no setor bancário, enfatizando as tendências desta aplicação de tecnologia de informação e o relacionamento com algumas das principais características do ambiente empresarial atual.


Fonte: http://www.anpad.org.br/enanpad/1998/dwn/enanpad1998-ai-03.pdf

quarta-feira, 4 de março de 2009

Web 2.0

A web 2.0 pode ser entendida como uma evolução natural da web tradicional, no caso uma das características que podemos pontuar é sobre seu aspecto colaborativo - uma vez que os próprios internautas, sem precisarem se valer de conhecimentos complexos, conseguem, através de uma maneira simples e intuitiva, contribuir com o conteúdo - ou seja, há uma quebra de paradigma entre o velho formato do "eu programo e você acessa" e o admirável mundo novo do "agora eu crio o conteúdo sem precisar saber programar", ou seja, agora existe uma independência, um "laissez faire, laissez passer" - deixai fazer, deixai passar, no melhor estilo de mercado livre so séc XVIII - e o que é a internet senão um imenso mercado livre virtual - a ordem é ter liberdade não só para acessar, mas muito mais, para interagir! integrar! opinar! contribuir com o conteúdo! isso tudo possibilitado pelos avanços tecnológicos.